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Porcelanato Neostone, Porcelanato de Última Geração

Dicas e principais dúvidas

Quando surgiu o porcelanato?

Foi na década de 90 que acompanhamos o surgimento e desenvolvimento dos porcelanatos. Com peças melhores e linhas de produção mais rápidas, surgiu uma maior exigência na qualidade e inovação de produtos.

O que é porcelanato?

Porcelanatos são placas cerâmicas para revestimento por argilas, feldspatos e outras matérias-primas inorgânicas. O processo de fabricação envolve elevado grau de moagem, alto teor de matérias-primas fundentes e alta densificação após queima, resultando em produtos com baixa porosidade e elevado desempenho técnico. Suas principais vantagens são altíssima resistência à abrasão e alta durabilidade, quando comparado às pedras naturais e outros tipos de cerâmica. O porcelanato tem maior durabilidade do que o granito, porque é mais duro na escala de Mohs (escala aplicada a pedras naturais).

Qual a diferença entre o porcelanato e as pedras naturais?

O desenvolvimento desta tipologia de produto denominado porcelanato possibilitou a extensão do uso de materiais cerâmicos para locais de domínio de pedras naturais. Esses materiais possuem uma resistência à abrasão mais elevada do que os produtos cerâmicos esmaltados. As principais vantagens do porcelanato em relação às rochas ornamentais, principalmente os granitos, são:
  • resistência mecânica igual ou superior;
  • resistência ao desgaste superior;
  • melhor resistência ao manchamento;
  • por possuírem espessuras menores, os porcelanatos são mais leves;
  • a maior vantagem das rochas ornamentais ainda é a beleza estética, muito difícil de ser copiada integralmente em um produto sintético.

Quais os tipos de porcelanato?

Os porcelanatos podem ser classificados em função do seu acabamento superficial e lateral:

Acabamento superficial
  • É classificado em Porcelanato Técnico - placa cerâmica não esmaltada - que apresenta absorção de água menor ou igual a 0,1%. Os porcelanatos técnicos podem ser subdivididos em:
  • Porcelanato Técnico Polido: porcelanato que recebe polimento mecânico, o qual resulta em uma superfície com intensidade variável de brilho em toda a superfície ou parte dela, de acordo com o efeito estético desejado;
  • Porcelanato Técnico Natural: porcelanato que não recebe polimento mecânico, com algumas particularidades que resultam em uma superfície acetinada;
  • Porcelanato Esmaltado: placa cerâmica esmaltada para revestimento, que apresenta absorção de água menor ou igual a 0,5%.
Acabamento lateral
  • É classificado em:
  • Porcelanato Retificado: porcelanato que pode ser técnico ou esmaltado, que recebe um desbaste lateral;
  • Porcelanato Não Retificado: porcelanato que pode ser técnico ou esmaltado, que não recebe um desbaste lateral.

Como é o processo de produção do porcelanato?

O porcelanato é obtido a partir de matérias-primas de grande pureza, submetidas a pressões de compactação acima da utilizada nos materiais cerâmicos convencionais, e também de um tratamento térmico. Como resultado, temos um produto compacto, homogêneo, denso e totalmente vitrificado.

Absorção de água: o que é?

Todo revestimento cerâmico tem certa porosidade, isto é, tem espaços vazios em sua base (massa). Quanto menor a porosidade de um revestimento, menor a quantidade de água que ele pode absorver e melhores serão as suas características técnicas. Esta característica é utilizada para a classificação dos revestimentos cerâmicos.

Carga de ruptura e módulo de resistência à flexão: o que é?

Representam a resistência da peça cerâmica quando submetida a uma força aplicada linearmente em sua região central, com intensidade progressiva e de velocidade constante. O apoio da respectiva peça é realizado a 1 cm de ambos os seus extremos, também de forma linear. A carga de ruptura considera a espessura do revestimento cerâmico e é expressa em Newtons (N). Assim, para um mesmo revestimento cerâmico com espessura maior do que outro, apresenta uma carga de ruptura maior.

Resistência à abrasão: o que é?

O desgaste por abrasão é causado pelo atrito das solas dos calçados (ou pneus) em contato com sujeiras abrasivas (como areia, areião, terra) sobre a superfície esmaltada da cerâmica. Com o passar do tempo, esse desgaste pode ser tão acentuado a ponto de alterar completamente as características do esmalte, podendo até mesmo manchar.

Desgaste por abrasão: como verificar em laboratório?

O método mais utilizado e reconhecido é o do Porcelain Enamel Institute (PEI), que é um ensaio de “variação de aspecto com desgaste” ou apenas variação de aspecto. Não é um ensaio de resistência ao risco.
Neste método, coloca-se um copo cheio de esferas abrasivas sobre um revestimento cerâmico. O copo é girado, fazendo com que as esferas desgastem o esmalte do revestimento. Após certo número de giros, o revestimento é lavado e comparado a um revestimento intacto.

Como se classificam os revestimentos cerâmicos quanto ao PEI?

A classe PEI vai de 0 a 5. A norma NBR 13817/1997, baseada na ISO 13006/1995, classifica os revestimentos conforme a alteração de aspecto da superfície.

Resistência à abrasão: qual a importância na prática?

É uma das características mais importantes na hora de especificar um produto. Dela vai depender a durabilidade de um produto em condições normais de uso. A escolha do PEI adequado pode proporcionar beleza e vida ao piso por muitos e muitos anos. Do contrário, a escolha inadequada do PEI pode condenar um produto de alta qualidade a uma vida muito curta.

Expansão Por Umidade (EPU): o que é?

As cerâmicas porosas absorvem água (hidratação). Ao absorvê-la e com o passar do tempo, elas sofrem um aumento de volume (expansão). É uma característica muito importante, pois ao absorver água e expandir seu volume, o revestimento tende a descolar da argamassa. Quanto menores forem as juntas de assentamento e quanto maior a dureza do rejunte, pior o resultado. Além disso, revestimentos que expandem muito por umidade tendem a sofrer trincas no seu esmalte, que não acompanha o aumento de volume da base cerâmica.

Resistência a manchas: o que é?

Essa característica está relacionada com a facilidade de limpeza de um revestimento cerâmico. Depende do tipo de esmalte utilizado.
A norma NBR 13817/1997, baseada na ISO 13006/1995, classifica os revestimentos cerâmicos de acordo com a sua facilidade de limpeza:
  • Classe 5: pode ser limpo com água quente.
  • Classe 4: pode ser limpo com detergente comum e água.
  • Classe 3: pode ser limpo com detergente forte e água.
  • Classe 2: pode ser limpo com produtos especiais.
  • Classe 1: não é possível limpar.

Resistência ao ataque químico: o que é?

A resistência ao ataque químico está diretamente ligada à composição dos esmaltes, à temperatura e ao tempo de queima no forno. Os revestimentos cerâmicos para uso residencial e comercial apresentam resistência ao ataque químico de ácidos e bases com baixa concentração.

Resistência ao ataque químico: qual a importância na prática?

Ao indicarmos um revestimento cerâmico para determinado local, devemos sempre levar em conta a que tipo de produtos químicos o mesmo estará sujeito, sob pena de o revestimento ser danificado ou corroído.

Coeficiente de atrito: o que é?

A resistência ao atrito é representada pela medida do coeficiente de atrito, que é a razão inversa entre a carga normal aplicada por um elemento deslizante sobre a superfície ou um piso. É a força tangencial resultante.

Coeficiente de atrito: qual a importância na prática?

A determinação do coeficiente de atrito da superfície das placas cerâmicas define a utilização destas para pisos onde existe a exigência antiderrapante.

Resistência à abrasão profunda: o que é?

É o método de ensaio utilizado para verificar a resistência à abrasão de peças não esmaltadas. O ensaio procede conforme a NBR 13818/1997, anexo E, baseado na ISO 13006/1995. Neste método, coloca-se a peça de encontro com um disco rotativo de aço a uma velocidade constante, escoando entre a peça e o disco um pó fino de alumina para provocar o desgaste da peça (corpo de prova). A quantidade de material removida da superfície será parâmetro para a avaliação da abrasão profunda.

Tonalidade: o que é?

São variadas cores, nuances, brilhos e texturas existentes em um produto em função de fatores relacionados com a matéria-prima e as variações que ocorrem durante o processo de fabricação.

Destonalização: o que é?

 
É a variação de tonalidade de um produto, realizada de forma intencional, contínua, controlada e padronizada.
  • Intencional: porque não é fruto do acaso, não é o resultado de variáveis fora do controle, mas sim uma variação deliberada e cuidadosamente planejada e provocada.
  • Contínua: porque não é a sucessão de grupos de tonalidades diferentes, não é a variação de tonalidade entre lotes, mas sim uma variação de tonalidade de lotes, uma variação ininterrupta de tom, de tal forma que qualquer amostra aleatória do produto possua em seu interior todas as tonalidades previstas.
  • Controlada: porque não é uma variação aleatória, mas sim a produção de uma sequência ordenada de variações que devem ocorrer dentro de limites precisos.
  • Padronizada: porque as variações não variam com o tempo, são sempre as mesmas variações que devem ocorrer. Um conjunto de tons deve ser definido e padronizado para cada produto destonalizado.

Código de Tonalidade: por que os produtos são classificados por código de tonalidade?

As cores cerâmicas são classificadas em faixas de tonalidade próximas (nuanças), identificadas com códigos numéricos nas embalagens.
Cada conjunto de caixas identificadas com o número de tonalidade forma um lote de produção para um determinado produto.

Bitola: o que é?

São os limites de variações nos tamanhos das peças, que ocorrem por causa de pequenas diferenças de temperatura do forno e pequenas variações de granulometria do material. Estes limites são precisos entre um mínimo e um máximo, previstos na Norma NBR 13818/1997, anexo X, baseado na ISO 13006/1995.

Bitola: qual a variação da mesma bitola?

Entre as peças cerâmicas existem variações de tamanho que são inerentes ao processo produtivo. Por isso a Norma permite uma variação de tamanho de até 0,6%. Como para alguns formatos esta variação é muito grande, a Neostone resolveu dividir esta variação de tamanho em bitolas. Bitola 4 - pequeno; bitola 5 - médio; bitola 6 - grande.

Bitola: qual a importância na prática?

Uniformidade das juntas - facilidade de alinhamento. Não se podem assentar produtos de diferentes bitolas num mesmo local, pois as juntas não ficarão com um alinhamento adequado, e, como consequência, teremos um revestimento não uniforme e cheio de falhas.

Modularidade: o que é?

Consideramos uma peça modular quando o tamanho de fabricação da peça, somado com a largura da junta, é múltiplo ou submúltiplo do módulo M, que é igual a 100 mm. Para identificar uma peça modular coloca-se um M antes do formato, por exemplo: M 45x45 cm, M 30x30 cm. Conforme a norma NBR 13818/1997, as juntas para azulejos devem variar de 1,5 mm a 5 mm; para pisos, de 2 mm a 5 mm, em peças modulares.

Paginação: o que é?

A arte de jogar com formatos componíveis, formando desenhos de juntas (paginações de juntas), chama-se paginação. Com a paginação podemos criar ambientes, fachadas, prédios, diferentes e únicos.

Produto Retificado: o que é?

É uma peça que passa entre rebolos que garantem dimensões finais precisas.

Produto Lapado: o que é?

Produto Lapado é um produto que recebe um polimento especial.

Dilatação Térmica Linear: o que é?

É a variação dimensional exibida pelas peças cerâmicas como resultado de mudanças de temperatura. Esta dilatação é um fenômeno reversível e todos os produtos da natureza apresentam, diferenciando apenas o grau de variação.

Resistência ao gelo: qual a importância na prática?

A água que penetra na cerâmica, ao congelar, aumenta o volume, danificando a placa. É mais uma característica que depende praticamente da baixa absorção de água e, consequentemente, da baixa porosidade

Como executar o assentamento do porcelanato?

O porcelanato não exige nenhuma mudança significativa no processo convencional de assentamento de revestimentos cerâmicos. Mas, para garantir um serviço bem-feito, recomendamos as seguintes dicas:

Verifique as referências das caixas, certificando-se que o produto está de acordo. Abra algumas caixas e verifique se não há defeitos visíveis. lembre-se: produto assentado é considerado produto aceito.
  • o porcelanato não deve ser molhado antes do assentamento. Deve-se retirar o pó com um pano seco;
  • utilizar juntas de 2 mm, no caso de peças retificadas, e 5 mm ou 1% do tamanho da peça, no caso de peças não retificadas;
  • bater vigorosamente com o martelo de borracha sobre toda a superfície do revestimento, para que o esmagamento dos cordões de argamassa seja total;
  • fazer o teste de aderência a cada 5 m² de revestimento assentado;
  • utilizar somente argamassa de assentamento industrializada.
  • utilizar somente rejuntes flexíveis. 
  • Para marcas Millenium e Neostone, é possível utilizar juntas de 1,5 mm.

Qual a argamassa utilizada para o assentamento do porcelanato?

Esta argamassa possui aditivos químicos e retentores de umidade que possibilitam a colagem química. É uma argamassa colante especial para porcelanato, tipo polimérica, ligação química. Para porcelanato, não use argamassas com ligação à base de cimento.

Podemos utilizar argamassa preparada na obra para assentar o porcelanato?

Não! A argamassa preparada na obra não apresenta aditivos químicos que possibilitam a colagem de um revestimento cerâmico com baixíssima absorção de água, como é o caso do porcelanato. Recomendamos a utilização de uma argamassa industrializada do tipo AC –3 e/ou AC-3E.

Como devo cortar o porcelanato?

Para cortes retos, com largura igual ou superior a 10 cm em peças com formato menor ou igual a 60x60 cm, pode-se utilizar o cortador para cerâmica, mas a vídea deve estar em bom estado de conservação.
Para a realização do corte: efetua-se um risco único e firme sobre a peça (com o auxílio de um riscado) e depois, o corte normal.
A utilização do disco da MAKITA (A 86-337) deve ser recomendada para recortes e cortes estreitos e/ou cortes em peças com formato acima de 60x60 cm.
Para furos, utilizar broca diamantada. É muito importante utilizar o disco e a broca certos, para que o acabamento seja perfeito.

Segundo a norma ISO 13006, quando um revestimento cerâmico é classificado como porcelanato?

Um revestimento cerâmico é classificado como porcelanato quando possui absorção d'água menor que 0,5%. O nosso porcelanato possui absorção d’água de aproximadamente 0,1%.

Qual a vantagem de um material ser retificado?

As peças cerâmicas, quando retificadas, apresentam praticamente o mesmo tamanho. Isso facilita consideravelmente o alinhamento na hora do assentamento. Quando o porcelanato é retificado não há variação de tamanhos em peças do mesmo formato.

Qual junta de assentamento devemos utilizar para assentar o porcelanato?

Para as peças retificadas recomenda-se junta de 2 mm; para peças não retificadas, as juntas devem ser de 5 mm ou 1% do tamanho da peça.

Posso usar junta seca no assentamento do porcelanato?

Não. Mesmo para revestimento cerâmico com EPU (Expansão Por Umidade) quase nula, temos que considerar que o sistema de revestimento (contrapiso + argamassa + rejunte) trabalha com a variação de temperatura com ou sem umidade. As juntas de assentamento amortecem esta trabalhabilidade evitando o deslocamento do revestimento.

Qual a argamassa de rejuntamento que devemos utilizar?

Recomendamos utilizar rejunte de cor similar ao produto escolhido. O rejunte utilizado deve ser flexível e impermeável, que apresenta baixíssima absorção de água e está de acordo com os padrões de qualidade e estética dos nossos porcelanatos, ou rejunte cimentíceo aditivado, especial para porcelanatos (diferente do rejunte à base de cimento utilizado nas demais cerâmicas).

Quando devo fazer o rejuntamento?

O rejuntamento só deverá ser feito 72 horas (3 dias) após o assentamento do piso.

Quais os cuidados que devemos tomar no assentamento do porcelanato?

  • conhecer a qualidade do serviço do profissional assentador a ser contratado para a execução dos trabalhos de assentamento;
  • utilizar argamassas e rejuntes adequados;
  • obedecer ao tempo de cura do contrapiso e/ou esboço (em média 28 horas);
  • para formatos acima de 30x30 cm, utilizar a técnica de dupla colagem;
  • utilizar juntas de assentamento adequadas;
  • tenha certeza de que 100% do verso da peça esteja coberto com argamassa;
  • recomendamos o uso de uma camada de cera incolor sobre as peças antiderrapantes e rústicas antes de rejuntá-las, para uma maior facilidade na limpeza;
  • rejuntar 72 horas após o assentamento;
  • não utilizar ácido para limpeza no revestimento.
  • proteger a obra, antes, durante e depois do assentamento. Após seu assentamento, remova resíduos de obra e a cera protetiva (se houver) e proteja seu piso com plástico bolha ou papelão até o final completo de sua obra.

Tem como polir um porcelanato já assentado?

Não. Tendo os devidos cuidados de limpeza e manutenção do porcelanato, não há necessidade de polimento

Como furar o porcelanato sem quebrar?

Para furar o porcelanato é necessária uma técnica diferenciada, com materiais especiais. Por isso, orientamos que procure uma equipe técnica especializada para a execução de serviços (assentamento, cortes e furos) em porcelanato. Deve-se usar broca diamantada para esses furos.
 

Como limpar os antiderrapantes sujos de rejunte?

Prepare-se para não sujar! As superfícies antiderrapantes, sejam de pedra natural ou de cerâmica, obviamente são mais sensíveis aos detritos de obras. Devem ser preventivamente impregnadas com cera incolor, antes de aplicar o rejunte, tornando-se assim, peças de fácil limpeza.

Após o assentamento, remova resíduos de obra e a cera protetiva (que existe em alguns porcelanatos), e proteja o piso com plástico bolha ou papelão até o final completo de sua obra.

O PEI garante a resistência do riscado?

Não! O PEI nos informa que há resistência à abrasão, mas não garante que a placa cerâmica não riscará em contato com materiais de alta dureza Mohs. Tão importante quanto o PEI é a dureza Mohs. Sua importância passa ao primeiro lugar (mais importante que o PEI) nos seguintes locais: entradas, acessos, térreos de prédios, halls de elevadores, corredores públicos, garagens de ruas não calçadas, áreas praianas sujeitas ao tráfego permanente com areia abrasiva.

Existe algum produto que deixe meu piso antiderrapante?

Não. Os produtos que existem no mercado atacam quimicamente a superfície do revestimento cerâmico fazendo com que este perca as suas características inicias e, consequentemente, a sua garantia.

Existe algum produto que deixe meu piso mais brilhante?

Existem produtos que deixam o piso polido mais brilhante, porém podem afetar o seu coeficiente de atrito e deixá-lo escorregadio.

Pode-se pintar sobre o revestimento?

Não recomendamos essa técnica, pois ainda não existem no mercado tintas especiais para superfícies cerâmicas

Existe impermeabilizante para o porcelanato?

Somente para o porcelanato natural, polido e acetinado, e deve ser reaplicado anualmente.

O que é resistência à gretagem?

Mede a resistência às fissuras e à trinca na superfície de esmaltação.

O que é uma junta estrutural?

São juntas já existentes na estrutura do concreto. Na posição onde estiverem deverão ser mantidas e com a mesma largura

O que é uma junta estrutural?

São juntas já existentes na estrutura do concreto. Na posição onde estiverem deverão ser mantidas e com a mesma largura

O que é um produto bisotado?

É um produto com as bordas chanfradas, para dar um acabamento melhor e mais bonito.
 

Dicas básicas para um bom assentamento:

  • use argamassa colante, para que seu serviço renda mais;
  • use juntas, para que a cerâmica fique bem colocada e alinhada;
  • verifique se os dentes da desempenadeira estão gastos. Isso poderá prejudicar a qualidade do seu serviço;
  • cheque se as cores das peças são iguais e veja se os números das caixas são os mesmos;
  • verifique se a metragem comprada é o suficiente;
  • utilize ferramentas adequadas;
  • deixe o contrapiso secar por aproximadamente 4 semanas. Verifique o nivelamento do contrapiso. Lembre-se de que a argamassa secará mais rápido em condições climáticas favoráveis (calor, vento);
  • prepare a argamassa suficiente para o consumo em 4 horas. Mais do que isso poderá tornar o material inadequado;
  • para que a cerâmica fique firme, pressione bem o azulejo com a mão e bata levemente com o cabo do martelo;
  • é contraindicado caminhar sobre o piso fresco;
  • não deixe para o dia seguinte a limpeza do rejunte - poderá ser mais difícil;
  • é interessante guardar uma caixa com a mesma bitola e cor para problemas futuros;
  • os rejuntes coloridos são lindos, mas devem ser laváveis. Caso ocorra algum problema, procure a assistência técnica do fabricante, antes de assentar. Todo bom assentador faz juntas perfeitamente alinhadas;
  • e lembre-se sempre de que um bom serviço prestado é chamariz para mais clientes;
  • faça sempre um excelente serviço e veja a sua carteira de clientes crescer.

O que é classificação visual de qualidade?

É a forma como os fabricantes classificam seus produtos no que se refere aos defeitos neles encontrados. São subdivididos em: A ou extra - sem defeitos. B ou standard - defeitos quase imperceptíveis. C ou comercial - defeitos aparentes pequenos. D ou resíduo ou defeituoso - defeitos bem visíveis em todos os níveis.

Por que algumas manchas são difíceis de limpar?

A limpabilidade de um produto cerâmico está relacionada à classe de resistência a manchas que ela faz parte. Quanto maior for a classe em que o produto se encontra, mais fácil de limpar e resistente a manchas ele será.

Qual a diferença entre um revestimento de parede e um revestimento de chão?

  • A principal diferença está na massa que compõe os dois tipos de revestimento: revestimento para piso: emprega massa com características apropriadas para o uso do produto em pavimentos. Por essa razão, tem a menor absorção de água (cerca de 6%) e, como consequência, retração da ordem de 5%. Os pisos também exigem maior resistência à abrasão, pois estão sujeitos ao tráfego de pessoas e objetos;
  • revestimento para parede: por apresentar características próprias de produto para parede, apresenta maior absorção de água (18%), para permitir máxima adesão entre placa cerâmica e argamassa, evitando o destacamento da parede. Apresenta menor retração (cerca de 1%), para permitir o uso de juntas de até 0 mm, o que garante melhor aparência no acabamento final.

O que é resistência mecânica e qual a sua importância?

A resistência mecânica da placa cerâmica depende da sua espessura e da absorção de água. Quanto mais baixa for a absorção de água, maior será a resistência mecânica. A resistência mecânica depende também da:
  • composição da massa;
  • prensagem;
  • moagem;
  • temperatura de queima.

Classificação dos revestimentos cerâmicos:

Tipologia do produto Carga de ruptura Módulo de ruptura
Porcellanato maior que 250 Kgf maior que 500 Kgf/cm²
Porcellanato pela ISSO-DIS maior que 130 Kgf maior que 350 Kgf/cm²
Grés 110 Kgf
300 Kgf/cm²
Semi-grés 100 Kgf 220 Kgf/cm²
Semi-poroso 90 Kgf 180 Kgf/cm²
Poroso 60 Kgf 150 Kgf/cm²
Essa característica é muito importante, especialmente quando o lugar onde será assentada a placa cerâmica estiver sujeito à pressão de equipamento de objetos muito pesados, podendo ocorrer sua quebra. Exemplos: cozinhas, garagens, mercados, lojas, entre outros.
Um bom rejunte deve ser:
  • impermeável - para evitar infiltrações de água da chuva, do chuveiro, das lavações;
  • flexível - para acompanhar as contrações e expansões da alvenaria, sem quebrar-se ou provocar o descolamento dos revestimentos;
  • lavável - para não encardir e facilitar a limpeza e manutenção;
  • antifungo - para não escurecer e evitar a formação de focos de bactérias;
  • com cor estável - para não clarear com o tempo, destoando dos revestimentos;
  • macio - para permitir a troca de revestimentos danificados sem estragar os que estão ao redor;
  • com aplicação de cera incolor - antes de rejuntar, espalhar uma fina camada de cera incolor sobre os revestimentos cerâmicos (dessas utilizadas em carpetes de madeira).
A limpeza final fica rápida, fácil e garantida!

Como rejuntar corretamente?

  • retirar as sobras de argamassa de assentamento de dentro das juntas;
  • umedecer as juntas, para garantir uma boa aderência entre o rejunte e a lateral das peças cerâmicas;
  • espalhar o rejunte com uma boa espátula de borracha. Os movimentos da espátula devem ser cruzados em relação às juntas, forçando a penetração do rejunte;
  • deixar puxar e remover o excesso com uma esponja úmida;
  • frisar as juntas com um pedaço de madeira arredondada;
  • fazer a limpeza final com um pano úmido. Será muito fácil se a cera incolor tiver sido aplicada.

Como evitar encardidos?

Algumas ações são indispensáveis para que se evitem encardimentos no piso cerâmico e para que o resultado do trabalho fique adequado:
  • passar uma fina camada de cera incolor sobre a superfície dos revestimentos antes do assentamento. Isso deve ser feito principalmente em peças rústicas ou antiderrapantes, evitando o contato com a argamassa;
  • limpar imediatamente os restos de argamassa após o assentamento/rejuntamento, com uma esponja úmida e um pano seco;
  • testar o produto químico, antes de aplicá-lo, numa peça cerâmica isolada (um caco). Verificar a diluição mais indicada para cada caso, em relação a cada produto usado. Na dúvida, peça orientação.

O que é uma junta de dilatação ou movimentação?

São juntas intermediárias, normalmente mais largas do que as de assentamento, tendo como objetivo permitir a absorção das deformações diferenciais originadas pelas variações térmicas entre as placas cerâmicas.
 

O produto pode voltar ao forno para aplicar mais uma decoração?

Pode. Os azulejos de massa porosa (de 10 a 20% de absorção) podem receber uma decoração a 650ºC - 750ºC. É a chamada "3ª queima". Chamava-se assim porque vinha depois da segunda queima. Hoje, acontece depois da monoqueima.

O que são juntas de expansão e contração?

São juntas efetuadas na alvenaria, que devem ser mantidas abertas também nos revestimentos assentados (fazer coincidir com uma junta de assentamento). São necessárias para compensar os movimentos de contração e expansão da alvenaria, quando a temperatura ambiente aumenta ou diminui. São muito importantes para paredes ou pisos que recebem a ação direta do sol, chuva, frio e calor.

Qual a espessura da argamassa colante para assentamento?

 
Existem desempenadeiras com dentes de 6x6 mm que servem apenas para azulejos 15x15 cm. Os pisos 30x30 cm requerem dentes de 8x8 mm e os com grandes formatos, acima de 40 cm, dentes de 10x10 mm e camada dupla.
As garagens também requerem camada dupla porque é preciso garantir o apoio firme do peso do carro. As fachadas requerem dentes de 8x8 mm, como mínimo. A desempenadeira em posição de 45 graus, com dentes de 6x6 mm, aplica um cordão de 4 mm, que deve ser totalmente esmagado, resultando, portanto, numa espessura efetiva de apenas 2 mm. Essa medida não é muito. Os dentes gastam depressa pelo fato de raspar contra o substrato o dia todo. Uma vez gastos, é fácil encontrar um revestimento que foi assentado com uma camada de 1 mm apenas. Ou seja, é fácil achar uma peça sem colar por falta de camada, digamos assim (dente gasto).
Um dente de 8x8 mm não aplica tanta camada quanto pareceria à primeira vista. Inclinado a 45 graus, produz um cordão de 6 mm que, ao esmagar, resulta em uma camada contínua de 3 mm, o mínimo que podemos considerar razoável para uma boa colagem.
Vale lembrar que em caso de tamanhos grandes de revestimentos de parede é importante fazer uso da dupla colagem, pois as peças cerâmicas são levemente convexas (e precisam ser assim para que não gastem, de modo preferencial nas bordas). Esse requerimento significa que a impregnação do verso da peça é mais difícil no centro. Se os dentes estão gastos ou os cordões estão secos, é fácil que a peça fique sem apoio no centro. Daí a necessidade da dupla aplicação - sobre a peça e sobre o substrato

O que são juntas estruturais?

São as juntas existentes na estrutura de concreto das obras, servindo para absorver seus movimentos. Geralmente são identificadas por grandes vãos abertos que cortam todo o prédio. Devem ser mantidas abertas em todas as camadas do assentamento.

Como executar o contrapiso térreo?

Um contrapiso bem-feito é indispensável para um bom assentamento. Assim, podem-se evitar afundamentos, descolamentos, umidade e eflorescência. Veja como fazer um bom contrapiso:
TERRA - retire todos os restos da construção e de materiais orgânicos (madeira, papel, raízes). Se o terreno for úmido, faça um sistema de drenagem. Soque para evitar vazios.
AREIA - coloque uma camada de 2 palmos (cerca de 30 cm) e soque.
PEDRA BRITADA - coloque uma camada de 1 palmo (cerca de 20 cm). Isso evita a passagem de umidade e previne afundamentos.
CONCRETO - coloque uma camada de 5 dedos (cerca de 10 cm), na seguinte proporção: 1 parte de cimento + 4 partes de areia grossa + 3 partes de pedra britada.
MANTA DE POLIURETANO (PLÁSTICO PRETO) - ótima para impermeabilizar o piso.
NIVELAMENTO - a camada deve ter no máximo 2 dedos (cerca de 3 cm). Se o contrapiso precisar de nivelamento, utilize diversas camadas finas. Faça na seguinte proporção: 1 parte de cimento + 4 partes de areia média. Proteja a camada de nivelamento do sol e da evaporação, molhando-a pela manhã ou no final da tarde. Juntas são indispensáveis. O contrapiso deve estar:
  • totalmente curado (deve secar durante 4 semanas ou até apresentar uma cor cinza claro);
  • limpo, sem sujeiras, gorduras ou partes soltas;
  • nivelado, desempenado e com caimento para ralos.

Como escolher o revestimento ideal?

 
Na hora de escolher um revestimento para sua casa, algumas considerações devem ser feitas para que você não se arrependa depois dos resultados obtidos.
  • escolha apenas materiais de ótima qualidade e de renome no mercado. Evite surpresas desastrosas no final de sua obra;
  • verifique se o PEI do produto está adequado ao local onde ele será assentado (no caso de revestimento cerâmico). Assim você garante a beleza e durabilidade do material assentado;
  • sempre utilize mão de obra especializada. Isso também garantirá sua satisfação e evitará dores de cabeça posteriores;
  • certifique-se de que o produto é de fácil limpeza e manutenção, pois o dia a dia sempre é uma prova de fogo para a sua satisfação;
  • considere a durabilidade do produto. Lembre-se: durabilidade = economia. Se o produto não for durável, mais vezes você precisará trocá-lo;
  • verifique se o produto é antialérgico. A vida moderna nos expõe a uma série de dificuldades todos os dias. A alergia é uma delas. Não exponha sua família a esse risco;
  • escolha produtos anti-inflamáveis. Esse é um fator de segurança;
  • observe se o produto lhe dará versatilidade de decoração. Afinal, o produto tem de ser durável, mas a sua criatividade pode mudar a todo momento;
  • qual o efeito que você pretende dar ao seu ambiente? Se for rústico/agreste, procure produtos cotto e/ou pedra; se for clássico, produtos brilhantes, entre outros. Isso é muito importante, pois garante uma escolha feliz e acertada.
Essas são algumas perguntas e considerações que você deve fazer antes de escolher o revestimento da sua casa, seja ele cerâmico ou não. De qualquer forma, não ignore seu feeling e bom gosto. Ele sempre o orientará na hora da escolha. Mas se mesmo assim você precisar de uma ajuda, consulte o site: www.sosporcelanato.com.br. Teremos prazer em orientá-lo na escolha perfeita para os ambientes de sua casa.

Juntas de dilatação: quando fazê-las?

As juntas de dilatação servem para permitir que o sistema (base de concreto/regularização/argamassa/cerâmica) possa se movimentar dilatometricamente sem sofrer destacamento ou rachaduras da cerâmica e do substrato. Essas juntas devem ser projetadas no perímetro da área revestida, onde há mudanças de materiais, no encontro de colunas e de pisos com azulejos. Elas devem ter 10 mm de largura, devem cortar a regularização ou emboço e ser preenchidas com materiais flexíveis, como os mástiques à base de poliuretano. Nesse caso não se usa argamassa de rejuntamento ou outro tipo de rejunte, mas apenas produtos com maior flexibilidade. Conforme NBRs 13753, 13754 e 13755, em áreas internas recomendamos a cada 32 m²; nas áreas externas, a cada 20 m²; e nas fachadas, a cada 12 m².

Quais produtos são indicados para revestimento em saunas?

A sauna é um ambiente com umidade elevada, e os produtos submetidos a essa condição devem ter baixo índice de expansão por umidade. Se forem esmaltados, devem possuir resistência ao gretamento. Para ambientes de paredes, a Neostone dispõe das linhas de Piscina e Fachadas que atendem com total segurança aos ambientes com umidade constante, como as piscinas, ou expostos às condições do tempo, como as fachadas. Ainda podemos recomendar o uso de porcelanato que, por apresentar absorção de água praticamente nula, não possui expansão por umidade, sendo também um produto ideal para esse tipo de ambiente. Nos pavimentos, ou seja, pisos destinados à sauna, recomenda-se o uso de produtos com coeficiente de atrito classe II (maior de 0,40), pois essas características vão permitir uma melhor resistência ao escorregamento e maior segurança ao caminhar.

Quais as principais características dos produtos instalados em piscina?

Os produtos destinados à instalação dentro da piscina devem apresentar baixa expansão por umidade, resistência ao gretamento, resistência aos raios ultravioleta e resistência aos produtos químicos utilizados na manutenção da água.

Como rejuntar porcelanatos em composição, por exemplo, peças em xadrez brancas e pretas?

Os porcelanatos de superfície mate ou polida, assim como as pedras naturais, podem apresentar microporos onde ocasionalmente ficarão retidos resíduos de rejuntamento. Portanto, antes de dar início ao processo, recomendamos que se faça um teste de rejuntamento em uma peça para avaliar possível manchamento. Sempre recomendamos o uso de rejuntes na cor do produto como, por exemplo, para porcelanato de cor clara, rejunte de cor clara; porcelanato de cor escura, rejunte de cor escura. Em caso de composições branco/escuro, faz-se necessário o uso de rejuntamento à base de resina epóxica (recomendado para ambientes residenciais e comercias), que possui uma tecnologia de produção que não permite a retenção de resíduos de rejunte nas microporosidades das peças.

Quais são os produtos indicados para uso em câmaras frigoríficas?

Para locais onde a temperatura poderá chegar a níveis inferiores a 0ºC, que é o ponto de congelamento da água, faz-se necessário o uso de cerâmicas que chamamos de “antigelivas”, isto é, que apresentam resistência ao congelamento. Nesses casos, indicamos o uso de porcelanatos e, especificamente em frigoríficos, recomendamos o porcelanato natural que, por apresentar absorção de água praticamente nula, é um produto com resistência ao congelamento e absolutamente adequado a esses ambientes. Também deve ser observado o sistema de assentamento para ambientes com temperaturas inferiores a 0ºC. O uso de argamassas especiais garante que não ocorrerá qualquer tipo de fissura, o que poderia levar a um descolamento da cerâmica. Para áreas úmidas, como é o caso de câmaras frias, o uso de rejuntamento à base de resina epóxica também é recomendado, pois, por ser um rejunte impermeável, não permite a proliferação de fungos e bactérias nem a impregnação de sujeiras, já que se trata de ambientes onde a assepsia é fundamental.

Onde podemos aplicar produtos brilhantes?

Produtos brilhantes são mais suscetíveis à visualização de riscos. Assim, em locais com presença de partículas abrasivas, como lojas com acesso direto à rua, casas de praia e campo, não é recomendada a utilização de produtos muito brilhantes. Além disso, são necessários cuidados especiais durante o assentamento e uso, como, por exemplo, proteger o piso durante a obra com plástico-bolha e papel ondulado. Na limpeza, não utilizar produtos abrasivos, e recomendamos o uso de capacho na porta da entrada.

Porcelanato polido escorrega?

Superfícies que recebem o tratamento de polimento tendem a ser mais escorregadias que as demais. Nos casos de superfícies inclinadas ou em que houver um contato excessivo com água, procure materiais antiderrapantes ou rústicos. Estes possuem uma superfície mais aderente, minimizando a possibilidade de escorregamento. Por isso, sempre tome cuidado na escolha de qualquer produto, buscando a orientação de uma fonte confiável.

Meu porcelanato pode manchar?

Os porcelanatos polidos são produtos que possuem maior suscetibilidade às manchas quando comparados com os esmaltados, pois em sua superfície podem existir microporosidades que surgem pela ação do polimento. Para esse tipo de produto, a especificação incorreta (em função de seu local de uso), limpeza e manutenção inadequadas podem causar manchas.

Ambientes externos: quais as características mais adequadas?

Para revestir o piso de ambientes externos, recomendamos placas cerâmicas com coeficiente de atrito maior ou igual a 0,4 (quando submetido a ensaio molhado). Elas são indicadas para locais onde se quer maior resistência ao escorregamento. Outro fator importante é o Mohs (medida para resistência ao risco) e PEI (medida para quantidade de tráfego do local). A absorção de água é uma característica importante, que deve ser levada em consideração. Para pisos em fachadas é preciso verificar também a classe de limpabilidade e resistência ao ataque químico das placas cerâmicas, pois ambientes externos normalmente sujam mais do que ambiente internos.

Churrasqueiras: quais as recomendações para churrasqueiras?

As argamassas colantes para churrasqueiras devem ser elástica, do tipo AC-2 ou AC-2 (para exterior). A churrasqueira deve ser isolada com uma junta elástica de união/dessolidarização (poliuretano flexível sobre tarugo celular, por exemplo). Desse modo, a área da churrasqueira pode aquecer, esfriar, sem danificar o revestimento.

Em quais ambientes posso instalar o porcelanato?

Em todos os ambientes. O porcelanato é um produto altamente resistente e durável, recomendado para todos os locais. Ressaltamos que existem algumas especificações a serem seguidas, para que sua compra possa ser a mais adequada e bem-sucedida. Por isso é muito importante sempre seguir as instruções do fabricante ou vendedor